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8 curiosidades sobre o GP da Áustria que você provavelmente não sabia

De uma montanha-russa de 60 metros a uma das chegadas mais apertadas da F1, descubra 8 fatos surpreendentes sobre o GP da Áustria no Red Bull Ring.

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Com 4.326 km, o Red Bull Ring é um dos circuitos mais curtos da F1. Fica nos Alpes da Estiria. E guarda algumas das histórias mais malucas do automobilismo.

1. A pista teve três vidas

O circuito austriaco se reinventou mais de uma vez. Abriu como Osterreichring em 1970. Questões de segurança o fecharam após 1987. Uma década depois, voltou como A1-Ring. Essa versão durou até 2003. Então a Red Bull comprou o terreno e reconstruiu tudo. O Red Bull Ring reabriu em 2011. Está no calendário desde então.

2. So 10 curvas — o menor numero do calendario

Apenas 10 curvas formam o traçado. Menos curvas significam retas mais longas. Retas mais longas significam mais chances de ultrapassagem. Uma fórmula simples que entrega corridas emocionantes todo ano.

3. Alain Prost era o rei da Austria

O piloto francês venceu três vezes aqui: 1983, 1985 e 1986. Por décadas, ninguém igualou esse recorde. Aí veio Max Verstappen e cravou quatro vitórias para tomar a coroa.

4. Um dos finais mais apertados da história da F1 aconteceu aqui

Em 1982, Elio de Angelis bateu Keke Rosberg por apenas 0,050 segundos. Os dois pilotos buscavam sua primeira vitória na F1. Os oficiais precisavam de uma foto para confirmar o vencedor.

5. Uma montanha-russa de 60 metros

O Red Bull Ring fica nos Alpes da Estiria. A diferença de altitude entre o ponto mais baixo e o mais alto é de 60 metros. Os pilotos sobem e descem pelo relevo. A pista é, nas palavras deles, “bem ondulada.”

6. Ordens de equipe polêmicas chocaram o mundo

O GP da Áustria de 2002 ficou marcado para sempre. Rubens Barrichello — nosso Rubinho — liderou a corrida inteira. Dominou do começo ao fim. Na reta final, ele desacelerou e deixou Michael Schumacher passar. A diferença na chegada: 0,182 segundos. Os fãs variaram alto no pódio. A repercussão acabou levando a uma regra que proibia ordens de equipe. Até hoje, esse momento é um dos mais discutidos da história da F1 no Brasil.

7. Os nomes das curvas contam histórias

O circuito renomeou a Niki Lauda Kurve para Pirelli por motivos de patrocínio. O próprio Lauda chamou isso de “muito decepcionante.” Outra curva homenageia Jochen Rindt. Ele continua sendo o único campeão mundial de F1 da Áustria. O título foi concedido após sua morte em 1970.

8. Paraíso das ultrapassagens

O traçado cria quatro zonas naturais de ultrapassagem. Duas zonas de DRS dão um impulso extra aos pilotos que vêm atrás. A corrida de 2024 teve 85 ultrapassagens. Também há 38% de chance de Safety Car. Isso sempre bagunça as posições.


Poucos circuitos concentram tantas histórias em apenas 4,3 km.

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